sábado, 7 de setembro de 2013

Dormir

Quanto tempo conseguimos ficar sem dormir?

POR 
Michelle fonseca



Dormir é essencial para manter nosso corpo saudável. Dormir, além de nos manter alerta, melhora nossa qualidade de vida e até aumenta nossa longevidade, ou seja é essencial para diversas atividades e funções orgânicas do nosso corpo. Nosso desempenho físico e mental depende diretamente de uma boa noite de sono.
Quando não dormimos tudo funciona muito mal e por isso precisamos dormir pelo menos um terço de nossas vidas. Para se ter uma idéia, quem não dorme diminui sua capacidade de aprendizado e de armazenar memória recente. E o sono atua no amadurecimento do sistema nervoso, por isso as crianças precisam dormir mais horas que os adultos. Sabe-se que a privação prolongada do sono em indivíduos normais induz estados alterados de consciência, chamados de “microssono” que se trata de numerosos episódios breves de sono avassalador, e perda de funções cognitivas e motoras. O microssono pode acontecer durante uma “piscada”, o indivíduo acha que está piscando, mas está na verdade sendo dominado por um momento incontrolável de sono. O organismo parece mesmo nos obrigar a dormir!


Ainda não se sabe quanto tempo é possível se manter acordado. O número de horas é bastante variável e difícil de ser avaliado cientificamente, pois cada pessoa tem uma necessidade diferente e a falta de repouso atinge cada um de uma forma. Experimentos com ratos mostraram que esses animais  morrem após duas semanas de privação total de sono. No livro dos recordes, relata que o máximo alcançado por seres humanos é de 164 horas sem dormir. Um dos casos mais comentados entre os especialistas é de um experimento realizado em 1935. Nele um jovem de 24 anos passou praticamente 10 dias sem dormir. A partir do quarto dia, o jovem mostrava confusão mental e agia de forma irracional. Havia episódios onde ele não lembrava mais onde estava e passou a delirar constantemente, tanto que o experimento teve de ser interrompido.



Pizza

Origem da Pizza
POR 
Michelle fonseca











A história da pizza começou há 6 mil anos com os egípcios. 

Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com
 água. 

Outros afirmam que os
 pioneiros  são os gregos, que faziam a massas à base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. 

A
 novidade foi parar à península da Etrúria, em Itália. Era o alimento dos pobres do Sul de Itália. 

Mas foram os napolitanos que passaram a acrescentar molho de tomate e orégãos à massa, que era dobrada ao meio e devorada como se fosse uma sanduíche.
 

Quem tinha um pouco mais de dinheiro punha também queijo, pedaços de linguiça ou ovos por cima.
 

A partir do século XVI, a novidade era apreciada na corte de Nápoles e logo se espalhou pelo mundo.
 

As pizzas podem ter uma centena de coberturas.
 

A primeira redonda criada por Raffaele Sposito, em 1889, para ser servida à rainha Margherita, de Itália, foi enfeitada com as cores da bandeira italiana: queijo (branco), manjericão (verde) e tomate (vermelho).



Vácuo

Como o vácuo conserva os alimentos e roupas


POR 
Michelle fonseca








     A embalagem a vácuo, ou seja: embalagem sem oxigênio  é um processo que auxilia no processo de conservação de alimentos porque diminui a oxidação das células e o crescimento de microrganismos aeróbios e torna impossível a vida de insetos.
Ou seja: sem espaço e sem oxigênio, as bactérias, responsáveis pela deterioração dos alimentos não conseguem sobreviver.

No entanto, a conservação de alimentos a vácuo ainda é considerado um método de conservação caro e sofisticado.
Quem é fã da embalagem a vácuo encontra hoje até mesmo feijão no vácuo, pronto para comer.
A principal vantagem da embalagem é que permite o estoque de alimentos em lugares não refrigerados, portanto pode levar em viagens sem se preocupar.
Este tipo de embalagem também pode ser utilizado para poupar espaço no guarda roupa.
A técnica é simples: coloque a peça dentro de sacos plásticos e depois retire todo o ar da embalagem.

Para prevenir o surgimento de bactérias, o ideal, é colocar bicarbonato de sódio na embalagem. O cravo da índia também ajuda e pode evitar o surgimento de traças se jogado dentro do saco com a roupa ou cobertor.
Um aspirador de pó também pode ajudar na retirada do ar de dentro do plástico antes de guardar. O ar do saco plástico é sugado e em segundos a roupa é embalada a vácuo.

IDIOMASTER Idiomas: Allergy

IDIOMASTER Idiomas: Allergy: Alergia Na época de nossos avós falava-se que alergia era doença de ricos. Os pobres eram imunes. Mito ou verdade hoje o problema está a...

IDIOMASTER Idiomas: Fatherland

IDIOMASTER Idiomas: Fatherland

Antibióticos

A origem dos antibióticos
POR 

Michelle fonseca

O medicamento conhecido como antibiótico é uma substância que pode interagir com organismos unicelulares ou pluricelulares que causam infecções no organismo animal. Seu efeito é de matar o microorganismo invasor. Normalmente sua função é de bactericida, ou seja, utilizado para interromper o ciclo de reprodução de uma bactéria invasora. Mas você sabe qual foi o primeiro antibiótico descoberto pelos cientistas?

Alexander Fleming era um médico microbiologista londrino do hospital St. Marys. Passou um longo tempo pesquisando substâncias capazes de matar as bactérias entre o período da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Em 1928 dr. Fleming desenvolveu algumas pesquisas até chegar na penicilina.

A descoberta da substância ocorreu em uma situação peculiar e diferente. Dr. Fleming tirou férias no mês de agosto de 1928. Antes de viajar, ele acabou esquecendo placas de cultura de estafilococos na mesa. Normalmente as placas eram guardadas em geladeira. Depois das férias, quando voltou ao trabalho, no mês de setembro, ele percebeu que essas placas estavam com mofos. Separou-as para fazer a limpeza com lisol. Dr. Fleming percebeu então que em uma dessas placas havia um halo transparente em torno de um mofo. Logo ele percebeu que o fungo estava produzindo uma substância bactericida.

O fungo (mofo) da placa era o Penicillium (por isso o nome da substância antibiótica foi penicilina). O cientista passou então a reproduzir o fungo em laboratório e explorar o conteúdo das bactérias e seus reagentes naturais. Fleming logo abandonou as pesquisas e não utilizou a penicilina para fins terapêuticos.

Em 1940 doutores da Universidade de Oxford retomaram as pesquisas de Fleming. A partir de então, começaram a reproduzir a penicilina em escala industrial para uso medicinal.

A descoberta do antibiótico é considerado um feito do Dr. Fleming. Embora ele não tenha utilizado a substância comercialmente, se não fosse sua capacidade de bom cientista não teria percebido o halo transparente no mofo das placas de estafilococos. A penicilina mudou totalmente a história da medicina.

Trabalho

Qual a origem da palavra trabalho?
POR 
Michelle fonseca




Uma palavra que obrigatoriamente faz parte do vocabulário e da vida  de qualquer pessoa é trabalho. A rotina de acordar cedo, se preparar e sair para a batalha do dia-a-dia é comum na vida de milhões de pessoas que precisam ganhar o salário para sustento próprio ou da família. Mas qual será a origem da palavra trabalho?

A palavra trabalho vem do Latim tripalium, que significa castigo. A etimologia da palavra até que é bem pertinente, pois muitas pessoas consideram o trabalho uma verdadeira tortura diária.

O tripalium do latim era, na verdade, uma espécie de estaca que era fincada no chão para servir de tronco para o castigo dos escravos da Idade Média.

O significado da palavra trabalho contribui para uma visão desagradável dessa atividade diária tão importante na vida do
 homem. Ainda hoje, trabalhar é visto como um castigo imposto aos cidadãos, mas a interpretação de trabalho deve ser positiva, pois é uma atividade que engrandece o homem e lhe dá a oportunidade de progredir na vida. O trabalho é, portanto, gratificante!